domingo, 30 de setembro de 2012

MEU TEMPO É AGORA

Aos trancos
Mimado
Chocante
Demorado
Preto e branco, mas não esqueça a tulipa- negra
Variado, com ritmos esvoaçante dançantes ...
Pervertidos, mas também, quem quer ser Santo?
Bagunçado porém, gostoso e apavorante.
MEU TEMPO TEM  FIM...é sim, tem, mas não AGORA.


domingo, 23 de setembro de 2012

NO SUB-MUNDO DA LUXÚRIA

É lá que encontramos todas as nossas fantasias.
Onde os riscos em volta nós camufla de coragem
Se faz Homem e Mulher no mesmo corpo em pecados!

domingo, 16 de setembro de 2012

SEM DIETA

Aqui em casa come-se de tudo:
Sem frescuras, e se for um tempero diferente, melhor ainda;
Gosto de provar de tudo, belisco aqui, dou uma lambidinha ali e no fim acabo sempre comendo demais...
Agora mesmo estou a meter o dedo na torta da vizinha, e como está boa!! ash!!
A dona Rebeca logo mais está a passar aqui, disse que me tará uns beijinhos caso  eu não goste; se prontifica a ir para a cozinha e mexer na minha farinha!
Mas nunca com gula, mesmo comendo apressado ou devagarinho, jamais rejeito uma boa galinha.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

FADIGA ESTA MEU CARO.

Andei por aí de cabelos soltos ao vento, mas somente poeira rebate de encontro à mim.
Andei escondendo-me de ti, mas que maldição é esta ? continuas dentro de mim!
Andei a fazer 'coisas' perigosas, na esperança de enganar a aquela vontade sacana de me voltar pra ti.
Andei noites e dias a beira do caos, saltando em muros e caindo na lama, mas ainda estavas lá a cada vez que me erguia das sombras. Maldita sorte esta que insiste em me empurrar a este abismo humano.
Ando sem nome e destino.
Ando Faminta... , humano sem rumo, pois já não sacias esta fome minha.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

sábado, 1 de setembro de 2012

O VESTIDO ESTAMPADO

É..., meu caro!
 Ontem lá estava ela novamente a banhar-se ao sol de sua varanda.
Digo-lhe, usa somente um vestidinho estampado com renda feita um babado.
Cabelos ainda molhados, preso com fios a cair enfeitando o rosto, suposto que; acabará de sair do seu banho refinado.
A pele sob a luz do sol refletia-me nos olhos um brilho sedoso, um tanto á mim apetitoso.
A brisa me era na naquele sádico momento a favor, sentia minhas narinas o suave porém, inebriante aroma da quela criatura em forma de mulher.
 Pobre eu, um cafajeste, esperto malandro, agora preste a cair no laço da quele vestido estampado.
Oh mulher sacana!